Arquivo | Os 10 mais RSS for this section

10 Bandas Que Não Existem II

9Algum tempo atrás postei 10 melhores bandas fictícias, que fizeram sucesso e tiveram algum espaço especial em um filme ou série. Tempo passa e já colhi material suficiente para uma segunda parte. Eis as 10 outras melhores bandas fictícias (MUITAS bandas pedidas no comentário estão no outro post)!

 Alvin e os Esquilos (filme homônimo)

Convenhamos, eles são insuportavelmente chatos. Felizmente, a questão aqui não é só a implausibilidade  de esquilos pivetes formando uma banda de sucesso, mas a expansão disso para o mundo. As vozinhas finas podem irritar, mas ficam inevitavelmente cômicas em outras situações, como na adaptação de “Minha Mulher Não Deixa Não”.

 Scrantonicity (The Office)

Na série de comédia americana The Office, Kevin Malone é um contador desajeitado e um tanto lerdo, tendo todas as características que possam esconder o fato de ser líder de uma banda. Scrantonicity é uma banda cover de The Police, tendo Kevin como baterista e vocalista. O nome é um trocadilho com o álbum da verdadeira banda chamado Synchronicity e a cidade onde se passa a série, Scranton.

 Sex Bob-Omb (Scott Pilgrim Contra o Mundo)

A epopéia nerd de Scott Pilgrim fez sucesso ao adaptar de uma HQ canadense para o cinema usando elementos de mangá. Nessa mistura de influências, os personagens possuem uma banda de garagem no melhor estilo grunge e indie rock. Suas músicas não só encantaram os fãs da obra como, no filme surreal, é capaz de derrotar os adversários de Scott.

 Stillwater (Quase Famosos)

Música começa aos 0:59

Quase Famosos é um filme sobre o rock dos anos 70, e como não poderia deixar de ser, caprichou na trilha sonora. A surpresa dos admiradores do filme veio quando perceberam que a banda Stillwater tão tocada no filme não existe de verdade! Vencedora de Grammy por melhor compilação musical em filme, a banda foi detalhadamente pensada para caracterizar o filme, que tem muitas outras canções de músicos renomados como Paul Simon e Lou Reed.

6Sadgasm (The Simpsons)

Homer Simpson é bem eclético. Não bastou participar do coral masculino B-Sharp, teve que ser um cantor grunge, metido em drogas (na verdade, insulina) e amor perdido com a Marge. Típico das bandas de garagem.

 Weird Sister (Harry Potter)

Uma das sagas mais bem-sucedidas também deixou sua marca na música, com a banda de bruxos Weird Sister. A banda teve várias cenas cortadas no filme, mas ainda assim atrai fãs da obra com suas músicas calmas de folk ou mais agitadas. A banda canadense Weyrd Sister chegou a processar a banda fictícia por semelhança de nomes!

 Spinal Tap (This is Spinal Tap)

O filme This is Spinal Tap foi um dos responsáveis pelo sucesso do mockomentário, tipo de filmagem humorística que imita um documentário. A história é uma satirização de uma banda de metal dos anos 80, com todos seus exageros e peculiaridades, chamada Spinal Tap. Com o sucesso, a banda passou a fazer apresentações reais e a gravar discos.

 Mouse Rats (Parks and Recreation)

Ou Andy Andy Andies. Ou Penis Pendulum. Ou Muscle Confusion. A banda de Andy, personagem da série de comédia Parks And Recreation, já teve mais de 30 nomes diferentes, todos igualmente toscos. Mas apesar da indecisão, a banda faz um relativo sucesso na pequena cidade de Pawnee com seu rock alternativo inspirado em Dave Matthews Band. As músicas são engraçadas e feitas especialmente para alguma ocasião. The Pit (O Buraco), por exemplo, foi composta quando Andy caiu, pasmem!, em um buraco.

 Soggy Bottom Boys (E aí, meu irmão, cadê você?)

O filme estrelado por George Clooney tem todas as esquisitices dos irmãos Coen (diretores). Os prisioneiros que fugiram da prisão têm uma banda de folk que não só encanta no filme mas também fora dele: chegou à 35ª posição nas paradas americanas e também ganhou um Grammy pela música I Am A Man Of Constant Sorrow!

 Sadie and the Po boys (Across the Universe)

Across The Universe é um incrível musical que retrata jovens da década de 60 com as músicas dos Beatles. De fato quase todos personagens cantam e têm seus momentos sob os holofotes, mas Sadie é uma cantora profissional que agracia o espectador com suas grandes interpretações juntamente com sua banda, The Po Boys. Os mais atentos se deliciam com a semelhança e referência de Sadie com a cantora Janis Joplie e do guitarrista Jo Jo com Jimi Hendrix.

.

Gostou do post? Então ajude o blog a crescer divulgando!

Compartilhe esse post para seus amigos no FACEBOOK.

Curta a página do Me Dá Um Lá no FACEBOOK.

 

Os 10 músicos mais ricos do mundo

Eis aqui a lista dos 10 músicos mais ricos do mundo, levando em consideração o patrimônio e arrecadação anual. Os dados foram tirados da MTVHive. Algumas outras listas como da Forbes só levam em consideração a arrecadação anual, mas não é o caso deste post. E, pasmem, a Joelma não está na lista! Para você ter uma ideia do valor em reais, no dia em que esse post foi publicado um dólar vale 1,97 reais.

 Keith Richards – 276 milhões de dólares

O polêmico guitarrista do Rolling Stones sempre se mostrou muito talentoso na música: compôs vários hits, fez história com shows, considerado um dos melhores guitarristas do mundo… E pelo jeito também leva jeito para as finanças! Além de seu grande patrimônio, Keith também tem vendido bem sua auto-biografia.

 Sting – 284 milhões de dólares

O ex-baixista e cantor inglês da banda The Police não parou com a banda. Faz shows até hoje, é muito bem pago e de vez em quando dá uma de ator. Tem imóveis por todo o mundo, incluindo na Itália, Caribe e EUA.

 Mick Jagger – 300 milhões de dólares

Outro membro da banda Rolling Stones. Seu carisma e voz são muito conhecidos, e parece que também muito bem recompensados financeiramente. Jagger tem apreço por sua fortuna, tanto que gastou um tempo estudando economia em Londres para melhor administrar sua bufunfa.

 Elton John – 309 milhões de dólares

Elton John não tem nada de simplicidade. Desde novo usava óculos e roupas extravagantes, acessórios que hoje caracterizam o cantor. E em casa não é diferente: Elton John tem quadros e fotografias raras e valiosas. Como sustentar tudo isso? Com meros 309 milhões na conta.

6

 Jay-Z – 450 milhões de dólares

Jay-Z é objeto de inveja de muita gente. Por ele ter Beyoncé? Não só isso, mas uma das mais bem sucedidas administrações musicais do mundo. Além dos cachês, Jay-Z tem grifes, empresas e muitos outros engajamentos econômicos no mercado.

 Sean “Diddy” Combs – 500 milhões de dólares

Ta aí um nome nem tão conhecido entre as celebridades. Mas não o subestime, Diddy é dono de um império do rap, lançou vários artistas, tem grifes e marcas de roupa, possui uma gravadora e ganhou muitos prêmios. Mais parece que ser músico é um hobby para sair um pouco da rotina de empresário.

 Mariah Carey – 500 milhões de dólares

A cantora pop lota estádios e possui algumas empresas na área da moda. Comparado com os outros músicos-empresários parece pouco, mas é suficiente para a ela ter meio bilhão na conta.

 Madonna – 650 milhões de dólares

Não difere muito de Mariah Carey. A diferença é que Madonna vem arrecadando há mais de três décadas, e já gravou seu nome na história da música como sucesso absoluto.

 Paul McCartney – 800 milhões de dólares

Ex-integrante da “melhor banda do mundo”, o ex-beatle Paul McCartney vem fazendo história há 50 anos. Possui gravadoras, empresas e muitos imóveis, além de ser um dos artistas com maior cachê do mundo. Mesmo tendo uma “conturbada” fase financeira com os Beatles, hoje o Sir (é honrado pela Realeza, ainda tem isso!) McCartney figura na segunda posição do músico mais rico do mundo.

 Bono – 1 bilhão de dólares

O irlandês é conhecido hoje, além da carreira musical, por seu ativismo e serviços humanitários. Por trás das fotos sorridentes com crianças carentes, não podemos duvidar de Bono como um dos indivíduos mais influentes da atualidade. Faz incontáveis reuniões com presidentes de todo o mundo, tem ações importantes do Facebook e tem empresários que levam sua vida financeira a sério. 1 bilhão… dá pra imaginar?

.

Gostou do post? Então ajude o blog a crescer divulgando!

Compartilhe esse post para seus amigos no FACEBOOK.

Curta a página do Me Dá Um Lá no FACEBOOK.

As 10 músicas mais polêmicas

Mais que mamilos. Sim. E já reforço que listas sempre são coisas muito subjetivas, ou seja, a ordem e itens que eu escolhi nessa pode ser totalmente diferente pra você. Mas relevem, eu pesquisei mais pra tentar fugir das listinhas controlvezadas (Ctrl + v, pra quem não entendeu) que estão aos montes na internet, apesar de algumas músicas serem indissociáveis.

 Pega Ladrão – Gabriel o Pensador

Uma corrente de emails lançada em 2009 indignava os internautas: a música ‘Pega Ladrão’ do rapper Gabriel o Pensador havia sido censurada! Supostamente, os versos de ‘pega ladrão no Governo! pega ladrão no Congresso’ teria magoado os poderosos, que censuraram a música do álbum ‘Seja Você Mesmo’ (2001). Revoltas, escritores de blogs furiosos, e muitos, muitos desinformados reclamaram da “volta da ditadura”. Sim, desinformados porque tudo não passava de uma farsa! A música Pega Ladrão saiu normalmente no CD e, por alguma razão, resolveram declamar oito anos depois que a música fora censurada.

Na verdade, Gabriel até já teve uma música realmente censurada (Tô Feliz [Matei O Presidente]), mas não foi o caso de ‘Pega Ladrão’. A polêmica, portanto, é na verdade uma anti-polêmica, inocentes colocados na fogueira. Os mais imaginativos ainda se perguntaram: seria um golpe de marketing do Pensador? Seria uma tentativa de desmoralizar revoltados? Provavelmente foi só um farsante com tempo de sobra mesmo.

 One in a Million – Guns N’Roses

No segundo álbum da banda Guns N’ Roses, Alx Rose mostrou ao mundo sua primeira composição própria de forma bem barulhenta. Não só no sentido estético da música, mas também com controvérsias (do jeito que roqueiro gosta). O cantor escreveu, de modo bem xenófobo e preconceituoso, que “imigrantes e bixas não fazem sentido pra mim“, e que estes chegam aos EUA fazendo o que querem, disseminando doenças e “estrangando” o país, resumidamente. A verdade é que a polêmica da música está apenas em uma estrofe, e os companheiros da banda tentaram de tudo para que Alx mudasse a letra, mas ele teimou em manter. Típico.

 Maggie’s Farm – Bob Dylan

Referências à drogas, satanismo, matança ou outras coisas macabras? Nada disso. A polêmica da música ‘Maggie’s Farm‘ é um rompimento de movimento. Bob Dylan é conhecido por ter revivido o folk nos EUA e, por tabela, no mundo. Desde os anos 60, Dylan empunhava seu violão e sua gaita e logo conquistou o público. Ele era o rosto do movimento folk de protesto, que trazia uma visão crítica sobre assuntos da atualidade.

Porém, no fatídico dia 25 de julho de 1965, no Festival de Folk de Newport, Dylan começou seu repertório com ‘Maggie’s Farm‘, tocando uma… guitarra! Muitos fãs protestaram e se indignaram como que o “mestre” Dylan trocou o genuíno violão do folk pela guitarra do rock. É como se um padre entrasse na igreja vestido de rabino. A partir daí, Dylan mudou o foco de sua carreira para o rock e o eletric blues, mas conseguindo manter o padrão de qualidade que conquistou o mundo.

 Sociedade Alternativa – Raul Seixas

O Brasil atravessou o anos 70 com relativa felicidade. Era o momento do ‘milagre econômico’, desenvolvimento, tricampeão mundial… Mas não era felicidade para todo mundo. Era tempo de militar, tempo de ditadura, e muitos artistas que prezavam pelas liberdades individuais protestavam em suas obras. Um dos mais ativos foi o Raulzito, que chegou a criar com Paulo Coelho uma filosofia de vida de total liberdade. Era a Sociedade Alternativa, que foi tema de muitas músicas, tendo como auge a homônima. “Faça o que quiser” e “viva a Sociedade Alternativa” eram lemas comuns.

Baseado no bruxo inglês Aleister Crowley, Raul chegou a ser torturado e exilado para os EUA, afinal, na época mais rígida da ditadura qualquer desejo de liberdade era reprimido pelos fardados.

 God Save The Queen – Sex Pistols

Como toda banda punk que se preze, a Sex Pistols fazia músicas com letras de protestos e desabafos, muitas vezes com duvidosa sinceridade. Na música ‘God Save The Queen‘ (também nome do hino britânico), porém, foram um pouco além do usual. Foi lançada em 1977, ano de comemoração de 25 anos de trono da Rainha Elizabeth II no Reino Unido. O título amigável, porém, é uma terrível ironia: a letra chama a monarquia de ‘fascista’, diz que a rainha não é humana e pontua que os britânicos não têm futuro.

A canção foi um sucesso, atingindo o 1º lugar na lista da NME nos EUA, mas algumas redes inglesas, como a BBC (que é estatal), se recusaram a tocar a música. Mesmo com tanta aversão do governo, a banda tentou tocar a música ao vivo em frente ao Palácio de Westminster. O desfecho foi confusão na platéia e a prisão de onze pessoas.

 Lucy in the Sky with Diamonds – The Beatles

Um pai estava em casa quando o filho lhe entrega, à espera de aprovação, um desenho bastante colorido de sua coleguinha de escola chamada Lucy. “O que é isso?”, pergunta o pai. “Lucy no céu com diamantes”, responde o filho. Essa cena acabaria por aí se fosse em uma família comum. Mas o pai era John Lennon, líder da banda mais famosa do mundo prestes a lançar um de seus discos mais famosos.

Inspirado pela cena, Lennon compõe uma música chamada ‘Lucy in the Sky with Diamonds‘. A música integrou o filme ‘Yellow Submarine’ e recebeu um clipe psicodélico, com alusões a alucinações. Juntando os pontos, muitas pessoas alegaram que a música, na verdade, era um incentivo à droga LSD. A abreviação do título, os efeitos do clipe e a letra demonstravam claramente (ou não?), segundo eles, que a banda usava a droga e queria que outros a usassem.

Com tantos protestos, muitas rádios boicotaram a música. Lennon negou veemente as acusações, enquanto Paul McCartney confirmou anos depois, que era sim sobre LSD.

 The Number of the Beast – Iron Maiden

No começo dos anos 80, a banda metal Iron Maiden havia mudado de vocalista, e acabou apresentando Bruce Dickinson de forma avassaladora. Lançaram o terceiro disco com uma temática mais pesada que os anteriores, tendo referências explícitas ao Coisa Ruim. Obviamente, os religiosos acusaram a banda de satanismo, principalmente depois do hit ‘The Number of The Beast‘. Ironicamente, porém, o compositor Steve Harris disse que não tinha nada a ver com satanismo, e que a temática da música é apenas sobre um pesadelo que ele teve.

 Na Boquinha da Garrafa – É o Tchan

Nos anos 90 a banda-palhaço Mamonas Assassinas havia sofrido um trágico acidente de avião sem sobreviventes. Com o povo em choque, o mercado sentiu a necessidade de outro grupo que suprisse o humor brasileiro com letras de duplo sentido e carisma. O resultado foi a ascensão dos pagodeiros do É o Tchan. Mas pra eles não bastavam cantar músicas com duplo sentido, tinham que popularizar coreografias e mulheres com pouca roupa, que se espalharam como uma doença. A polêmica se dá na falta de limites dessa ‘popularidade’: crianças dançavam e cantavam músicas como ‘Na Boquinha da Garrafa’ sem pudor algum e, muitas vezes, ao vivo na TV! É a questão da erotização infantil que mais polemizou, pois as crianças não entendiam nada da letra e faziam graça cantando e dançando sobre ‘descer e subir na boquinha da garrafa’.

 Suicide Solution – Ozzy Osbourne

Em 1986 um adolescente deprimido disparou uma arma contra sua cabeça enquanto ouvia a música “Suicide Solution” de Ozzy Ousbourne, de seis anos atrás. Os pais culparam o músico, que a princípio recebeu duras críticas por escrever incentivando o suicídio. Para os acusadores, a música, que já no título diz que o suicídio é a solução, contém várias passagens que levariam o jovem à ruína. “Suicídio é a única saída”, “descanse sua cabeça” e “suicídio é mais lento com álcool” são algumas delas.

Ozzy foi chamado à Corte para se pronunciar e desmentiu tudo: “Suicide Solution” estava no sentido de ‘solução’ como substância, e não como modo de resolver problemas. A música, na verdade, era sobre seus problemas com ácool. Ou seja, de certa forma é um suicídio lento e doloroso, mas de forma alguma uma ordem para adolescentes depressivos se matarem.

 Lemon Incest – Serge Gainsbourg

A cantora e atriz Charlotte Gainsbourg lançou seu primeiro álbum em 1986, aos 15 anos. O álbum foi feito em parceria com seu pai, com a temática principal de declaração de amor. Poderia ser uma iniciativa muito bonita se não fosse um amor bem mais suspeito e doentio. Para se ter uma ideia, uma das canções mais famosas se chama ‘Lemon Incest‘ (incesto de limão, em tradução livre)  e o clipe da música mostra pai e filha deitados na cama.

Nem preciso dizer o rebuliço que causou, afinal, ninguém aceita uma música que parece romantizar a pedofilia e o incesto, onde o pai chama a filha de ‘criança deliciosa’ com pouca roupa em uma cama. Ambos sempre declararam que a inteção do clipe e da música é, realmente, causar polêmica.

Gostou do post? Então ajude o blog a crescer divulgando!

Compartilhe esse post para seus amigos no FACEBOOK.

Curta a página do Me Dá Um Lá no FACEBOOK.

As 10 maiores conspirações no mundo da música

Muita gente gosta de música. Muita gente gosta de polêmica. Muita gente é imaginativa demais. O resultado dessa mistura são as muitas teorias de conspiração e mitos que envolvem ícones do mundo pop, que servem para divertir uns e assustar outros. Juntei aqui os dez mitos mais conhecidos e bizarros. Devo lembrá-los que não levo essas teorias a sério, são muito forçadas e mal embasadas. Eu apenas as reproduzi. Se conhecem alguma outra que não está na lista, deixem nos comentários!

 Keith Richards e a tranfusão de sangue

O guitarrista e compositor do Rolling Stones está envolvido em muitas polêmicas. Uma delas é a de supostamente ter feito uma bizarra transfusão completa de sangue em 1973 para se livrar da imensa quantidade diluída de drogas, o que poderia prejudicá-lo em suas performances na turnê pela Europa. Pelo menos foi isso que o próprio Richards disse a um jornalista.

A lenda, porém, não ganharia essas proporções se ele não desmentisse a afirmação anos depois. Em sua autobiografia Life (2010), ele disse que na verdade passou por uma simples hemodiálise, e ainda completou dizendo que não trocaria seu sangue por nada. Para alguém que admitiu que cheirou as cinzas do seu próprio pai, o que levaria a desmentir esse mito? Para os mais fanáticos e imaginativos, não passava de um pacto satânico.

Veja mais sobre essa conspiração clicando aqui e aqui.

 Stairway to Heaven é mensagem satânica

Com oito minutos de duração, o maior sucesso do Led Zeppelin tem sido alvo de muitas interpretações. Caminho espiritual e encheção de linguiça (apesar da qualidade musical) são interpretações comuns. Mas ainda tem aqueles que viram e reviram a música achando que a verdadeira intenção de Jimmy Page e Robert Plant era propagar a mensagem do Tinhoso (por que tudo para os conspiradores tem que ser satânico?).

É bem verdade que a banda não escondeu influências do bruxo-filósofo inglês Aleister Crowley, mas os conspiradores acham que a música vai além. Para eles, cada simples palavra é uma referência ocultista que não tem nada de angelical, e supostamente há vários trechos que tocado de trás pra frente fala de satã como senhor e que vivem para ele.

Veja mais sobre essa conspiração clicando aqui e aqui.

 Baixista do Kiss implantou uma língua de vaca

Gene Simmons, além de integrante de uma das bandas de rock mais famosas, também é conhecido pelo tamanho descomunal da sua língua. Como toda boa banda de rock tem suas lendas, surgiu uma dizendo que a língua era, na verdade, bovina, e que foi implantada em Gene por um procedimento cirúrgico. Falsa ou não, o baixista dá créditos à sua língua pelo sucesso com as mulheres.

Veja mais sobre essa conspiração clicando aqui e aqui.

 Belchior substituiu Sarney

Uma das teorias mais infundadas. O cantor e ex-ativista político Belchior, que começou a fazer sucesso no país na década de 70, foi dado como sumido em 2009, segundo um documentário da Rede Globo (sempre ela). Entre várias suposições, a mais conspiratória dizia que o cantor havia se disposto a substituir o político José Sarney. Segundo os conspiradores, o então presidente do Senado Federal havia sido sequestrado pela oposição, e para abafar o caso o governo chamou o músico para ser um sósia, o que justificaria pela mínima semelhança.

Algum tempo depois, a esposa de Belchior disse que ele estava no Uruguai viajando e se inspirando em novas composições. Não perdendo o furo de reportagem, o Fantástico o ‘encontrou’ e fez uma entrevista, desmentindo todos os boatos.

Veja mais sobre essa conspiração clicando aqui.

 Pink Floyd + Mágico de Oz

Em um belo dia, alguém com muito tempo livre percebeu que a obra-prima The Dark Side Of The Moon (1973), da banda de rock progressivo Pink Floyd, ficava em impressionante sintonia se fosse tocada junto com o clássico filme O Mágico de Oz (1939). Começaram rumores então de que o efeito havia sido feito intencionalmente, e até deram um nome específico para isso: the dark side of the rainbow (o lado escuro do arco -íris).

Apesar da banda viver afirmando que não passa de mera coincidência, muitos fãs têm insistido que há algo por trás. A sincronia é percebida pelo clima da música em relação às cenas e até pela letra que acaba narrando outras cenas. Os mais fanáticos pela teoria acreditam que há um desafio por trás disso, e que a banda quis dizer alguma coisa que até hoje ninguém sabe o que é.

Veja mais sobre essa conspiração clicando aqui e aqui.

 Clube dos 27

O Clube dos 27, em si, não é uma teoria de conspiração. Na verdade é apenas uma denominação utilizada pela mídia e pelos fãs de música para a estranha coincidência de vários artistas conceituados terem falecido aos 27 anos de idade (Jim Morrison, Jimmy Hendrix, Kurt Cobain, Janis Joplin, entre outros). Alguns, aliás, tiveram uma morte bem misteriosa com pontas soltas. Esse papo veio à tona de novo quando no ano passado a cantora britânica Amy Winehouse morreu, adivinham só, com 27 anos.

A conspiração estaria no fato de que todas essas mortes foram armadas. Uma minoria acredita que o governo estadunidense resolveu apagar os opositores que formam opinião em massa. Objetivamente, me refiro às lendas de um rock de protesto (que incluem o movimento hippie e a contra-cultura) que criticam a sociedade e, especificamente no caso dos hippies, a Guerra do Vietnã. Obviamente essa lógica não se aplica as mortes mais recentes.

Outra vertente diz que a indústria fonográfica mundial é como uma seita satânica ou Illumitati, onde os artistas só fazem sucesso se passarem por uma iniciação e seguirem os moldes dos líderes. Os que se rebelam e se recusam a aceitar esse moldes são mortos como um aviso e de quebra como um sacrifício para o Coisa Ruim.

Veja mais sobre essa conspiração clicando aqui e aqui.

 Mozart e o gnomo

Há uma lenda que reza que o conceituado e genial músico erudito Wolfgang Mozart, que compôs verdadeiras obras-primas como Requiem, não era tão criativo como pensamos. Isso porque ele sempre pedia conselhos para um gnomo que morava com ele, a fim de melhorar suas composições. Segundo o folclore, os gnomos são criaturas mágicas que vivem mais de 600 anos. Com ou sem gnomo, Mozart fez história.

 Xuxa e o ocultismo

Os conspiradores adoram meter ocultismo, sobrenatural e seitas satânicas no meio. Tudo que faz sucesso é demoníaco e tem mensagem satânica se for tocado de trás pra frente. No Brasil, uma das teorias mais famosas e populares é sobre a Rainha dos baixinhos, que supostamente só faz sucesso por ter vendido sua alma. E mais: vem a muito tempo pregando subliminarmente mensagens para seu público alvo, as crianças.

Os teóricos vem a muito tempo juntando ‘material’ que comprovaria essa conversa. Testemunhas, velas, símbolos, músicas, entre outros. No final das contas, a Xuxa é só um exemplo da enorme lista de acusados de participar desses eventos macabros: Lady Gaga, Black Sabbath, Led Zeppelin, Jay-Z, e praticamente todas as bandas de metal são alvos constante de teorias conspiratórias.

Veja mais sobre essa conspiração clicando aqui e aqui.

 Paul McCartney já morreu

Uma das teorias mais pesquisadas é a da suposta morte do ex-Beatle e sua consequente troca por um sósia. Segundo os conspiradores, Paul teria morrido em 1966 em uma acidente de moto. Como a banda ainda era um sucesso, decidiram substituí-lo por um sósia e, assim, continuaram tocando juntos. Apesar da banda sempre negar, os mais crentes descobriram várias pistas nas obras dos Beatles que confirmariam a teoria: trechos de letras, fotos sugestivas e até a frase de John Lennon ‘yes, he’s dead’ (sim, ele está morto) no hit All You Need Is Love.

A teoria diz que já trocaram de ‘atores’ várias vezes, e que o planejado foi um sucesso, pois não foi achado nada concreto. Outros acreditam, porém, que tudo não passam de uma imensa e ainda mais bem sucedida jogada de marketing, pra alavancar o nome da banda na cultura e nas lendas de rock. Teorias parecidas também foram feitas para Bob Dylan e Avril Lavigne.

Veja mais sobre essa conspiração clicando aqui e aqui.

 Elvis não morreu

Com certeza a mais famosa. Supostamente Elvis Presley, nos altos de seus 42 anos, estava cansado do sucesso e do assédio da imprensa, e resolveu forjar sua morte para viver tranquilamente na Argentina. Na época, Elvis já não era tido como o grande ícone atual que produzia obras, mas como uma lenda, uma página virada. Alguns poucos dizem que, na verdade, ele teria fugido de um conflito com mafiosos.

Como ‘provas’, os teóricos apresentam trechos de entrevistas sugestivos, um suposto boneco de cera no caixão e outros mistérios relacionados à autópsia do corpo. Uma teoria parecida foi levantada com a morte de Michael Jackson em 2009.

Veja mais sobre essa conspiração clicando aqui e aqui.

Compartilhe esse post para seus amigos no FACEBOOK.

Curta a página do Me Dá Um Lá no FACEBOOK.

As 10 piores letras das melhores bandas

Quem às vezes não dá uma espiadinha nas letras de suas músicas favoritas? Às vezes surpreende de tão boa, porém às vezes por ser tão ruim. Pensando nisso, separei aqui as dez piores letras (ou trechos) das melhores bandas. Atenção: sou fã de muitos artistas citados, então entenda o conteúdo jocoso como uma brincadeira.

 The Killers – Human

Are we human?                             Somos humanos?

Or are we dancer?                       ou somos dançarino?

My sign is vital                              Meu sinal é vital

My hands are cold                      Minhas mãos estão frias

Dilema difícil. Ou você é humano ou é dançarino. E a despeito dos erros gramaticais (dancer quando deveria ser dancers), acredito que faltou um tanto de criatividade e nexo em Brandon Flowers quando ele compôs essa música. Não sei, de repente suas mãos estavam frias…

 U2 – Original Of The Species

I’ll give you everything you want           Eu vou te dar tudo o que você quiser

Except the thing that you want                Exceto a coisa que você quer

O que ensinavam nas escolas antigamente? Será que raciocínio lógico não estava na grade horária? Eu sei que as escolas irlandesas são melhores que as brasileiras, mas parece que Bono andou matando umas aulinhas aí.

 Chico Buarque – João e Maria

Agora eu era o herói 
E o meu cavalo só falava inglês

A moda agora é ter cavalo poliglota, seus pobres. Por mais que Chico Buarque tem sido um grande artista e poeta, inclusive, e que a música João e Maria seja boa, devo admitir que logo nos primeiros versos já causa estranhamento. E que venham os chatos tentar explicar toda a subjetividade que não existe.

 Radiohead – Paranoid Android

Please could you stop the noise              Por favor, poderia parar com o barulho

I’m trying to get some rest                       Estou tentando descansar

from all the unborn                                      de todas as vozes das galinhas

chicken voices in my head                        não-nascidas na minha cabeça

A banda Radiohead é fantástica. Seus arranjos, suas melodias… suas letras? Bom, ta aí um ponto de divergência. Alguns acham ótimas, outros nem tanto. O próprio Thom Yorke, vocalista da banda, diz que em muitas músicas ele joga qualquer letra sem se importar com o sentido. Bom, ta aí um exemplo. Ou você consegue me dar uma explicação plausível do que seria uma voz de galinha não-nascida em uma cabeça?

 The Black Eyed Peas – My Humps

My hump, my hump                  Meu rebolado, meu rebolado

My hump, my hump                  Meu rebolado, meu rebolado

My hump, my hump                 Meu rebolado, meu rebolado

My hump, my hump                 Meu rebolado, meu rebolado

My lovely lady humps             Minhas adoradas curvas

Confesso que as músicas que repetem certas palavras ou chavões, principalmente no refrão, não têm muita moral comigo. Essa consegue repetir oito vezes! E ainda chega a ser engraçado para os distraídos que leem ‘hump’ como ‘corcova/corcunda’. As camelas devem gostar.

 50 Cent – 21 Questions

I love you like a fat kid love cake          Eu te amo como uma criança gorda ama bolo

Não poderia ser um pouquinho mais romântico? Ou as mina pira num bolo também? Ta aí porque eu não consigo curtir rap.

 The Beatles – I Am The Walrus

I am the eggman                         Eu sou o homem ovo

They are the eggmen                 Eles são os homens ovo

I am the walrus                           Eu sou a morsa

Goo goo g’joob                             Bom bom bom trabalho

Vamos tentar compreender: essa música foi feita no auge da psicodelia dos Beatles. Drogas, muitas drogas! Por mais bizarra e excêntrica que possa ser, existe uma lógica por trás. Mas é uma lógica externa, é um balde de água fria nos pseudo-intelectuais beatlemaníacos da época que tentavam entender (e inventar) poesia e sentido de todas as letras que a banda fazia, e isso irritava. John Lennon, então, mandou essa mensagem que não faz o menos sentido, para os espertões ‘entenderem’. Achou pouco? Pesquisa a letra inteira para ter uma ideia, então.

 Bob Dylan – Tombstone Blues

And dropping a bar bell he points to the sky          E deixando cair a campainha do bar, ele aponta para o céu

saying, “The sun’s not yellow it’s chicken”               dizendo, ‘O sol não é amarelo, é galinha’

Bob Dylan é conhecido como um grande poeta, ídolo, figura quase messiânica. Suas letras são muito profundas e características… mas pera aí? ‘O sol é galinha’? Dadaísta demais, não acha, Seu Dylan? E a galinha volta a atacar. Querem uma dica? Não usem a palavra ‘galinha’ em suas músicas.

 Raul Seixas – Vampiro Doidão

Eu vi Papai Noel montado num urubu

Tomando Coca-Cola e arrotando pelo cu

Ta certo que Raul Seixas sempre teve um jeito meio peculiar, e suas letras igualmente. Culpa das drogas ou de sua personalidade? Nesse caso, só consigo culpar as drogas. Nunca vi letra tão hilária, nem Mamonas Assassinas conseguiriam conceber a imagem de um Papai Noel num urubu arrotando pelo cu. Acho difícil alguém ter peito pra rimar ‘urubu’ com ‘cu’ em uma música. Letra composta provavelmente no momento mais noiado de sua carreira. Leiam o resto da letra, rende boas risadas!

ERRATA:  A música “vampiro doidão” não foi composta por Raul Seixas, e sim por uma banda chamada Os Impossíveis. Foi apenas interpretada por Raul. Perdão pelo erro.

 Red Hot Chili Pepper – Californication

First born unicorn                          Unicórnio primogênito

Hard core soft porn                        Pornô explícito suave

Dream of Californication             Sonho da Californicação

Sentido. Essa letra, por exemplo, não faz. Aliás, Red Hot deve ser a banda mais anti-poesia da atualidade, quase nenhuma tem uma sequência lógica. Mas tudo bem, a qualidade musical da banda supera esses lapsos de mongolice. Unicórnio primogênito… merece mesmo o primeiro lugar.

Compartilhe esse post para seus amigos no FACEBOOK.

Curta a página do Me Dá Um Lá no FACEBOOK.

Os 10 melhores musicais do cinema

Talvez por influência dos desenhos da Disney que sempre assistia ou pelo próprio apego que eu tenho com a música, mas sempre gostei muito de musicais, por mais brega que fossem. Inspirado por eles, resolvi listar os 10 melhores musicais do cinema, usando como critério o impacto no cinema, as arrecadações e, lógico, meu gosto pessoal.


 A Ópera do Malandro

Representando o fraquíssimo repertório brasileiro em musicais, coloco A Ópera do Malandro, com trilha sonora e roteiro por Chico Buarque, na lista pelas ótimas músicas. O roteiro não é tão original, fala de malandros, cabarés e contrabando. Uma adaptação da máfia americana para o Rio de Janeiro (a obra é inspirada na Ópera dos Três Vinténs de Bertolt Brecht). Mas a trilha sonora realmente se destaca, com músicas crescentes como ‘O Malandro’ e letras que provocam, como ‘Geni e o Zepelin’. Obra cult, não era de se esperar sucesso no país.

 A Fantástica Fábrica de Chocolate

Em 1971 foi lançado o filme ‘A fantástica fábrica de chocolate’, baseado em um romance homônimo de Roald Dahl, que continha muitas músicas, cenas e histórias fantásticas (no sentido de fantasia mesmo) que logo cativou muitas pessoas, se tornando até um clássico de Sessão da Tarde. Então em 2005 (de novo essa onda de musicais nos anos 2000) o estimado Tim Burton resolveu regravar à sua forma, e o resultado foi um charmoso filmes agora com Johnny Depp na pele de Willy Wonka. Entre as interpretações e o visual especial, se destacam também as músicas, compostas por Danny Elfman. Mas é lógico que a clássica música dos ‘Oompa-Loompas’ continuou com a mesma melodia. Afinal, como as ex-crianças dos anos 70 reagiriam a um ‘oompa-loompa, loompa-lê-lê’ diferente?

 Cantando na Chuva

Um dos musicais responsáveis pela popularização do gênero, estreou em 1952 e marcou o cinema. Até hoje suas musicas são conhecidas (com o tema regravado inclusive por Frank Sinatra) e aquela cena de Gene Kelly cantando na chuva rodando em um poste na rua parece que penetrou na memória popular. Provavelmente uma criança que nunca viu e nem verá o filme conhece a famosa cena. Arrecadou 7,200,000 dólares de bilheteria.

 Os Irmãos Cara-de-pau

“Os irmãos cara de pau” (ou Blue Brothers) é a aventura da dupla de músicos-comediante John Belushi e Dan Aykroyd no cinema. Eles já faziam apresentações de suas músicas na televisão e até passaram a lançar discos. Mas acabaram fazendo mesmo sucesso neste filme, onde representavam vagabundos que querem voltar à vida honesta tocando com sua antiga banda. Entre as cenas de comédia na medida certa, somos agraciados pelas participações especiais de grandes nomes da música, como Aretha Franklin, James Brown e Ray Charles, entre outros. Foi lançado em 1980 e rendeu 115,229,890 dólares nas bilheterias.

 O Fantasma da Ópera

Entre várias refilmagens do romance de Gaston Leroux, se destaca a de 2004, que além de ter uma edição e qualidade sonora e visual melhor que as outras, conta com uma arrecadação de 154,270,000 dólares nas bilheterias. Foi uma surpresa para quem desacreditava que um musical com música erudita (ainda que adaptada para um grande público) fosse fazer sucesso. Assim como quase todos os musicais da lista, há músicas que se tornaram icônicas, sendo reconhecidas até mesmo por quem nunca viu o filme.

 Mary Poppins

Baseada na babá fantástica da escritora P. L. Travers, a Mary Poppins interpretada no filme por Julie Andrews conquistou o mundo de 1964 até os dias de hoje. O musical, além das músicas que marcaram a infância de muitos, mistura cenas de humanos com desenhos animados, e arrecadou 102,272,727 dólares nas bilheterias. O sucesso foi tanto que Julie Andrews virou sinônimo de lucro e qualidade.

 Grease (Nos Tempos da Brilhantina)

Foi simplesmente o musical de cinema mais lucrativo, arrecadando quase 400,000,000 dólares nas bilheterias. Filmado na época de galã de John Travolta, a história que se passa é sobre um bad boy que se apaixona por uma menina comum, mas tem que esconder isso para manter a pose de líder da gangue. A trilha sonora é um disco-pop (com a canção título composta por Barry Gibb, do Bee Gees), mas a trama se passa no final dos anos 50. ‘Summer Nights’ é outro sucesso do filme.

 Across The Universe

Na onda revival de musicais dos anos 2000, alguém teve a ideia genial de fazer um filme inteiro só com as músicas da banda mais bem sucedida da Terra: os Beatles. Esse alguém foi a co-roteirista e diretora Julie Taymor, e seu trabalho resultou em um filme ambientado nos anos 60, que fala da juventude, das guerras, da contra-cultura e muito mais, com cenas incríveis que retratam perfeitamente as músicas dos garotos de Liverpool. Feito para quem admira a banda, para os mais fanáticos (não espere ouvir só os sucessos da banda) e até para quem apenas curte um bom filme, arrecadou 29,367,143 de dólares nas bilheterias. Ótimas atuações, participações especiais de Bono e Joe Cocker e clima fantástico. Destaco a cena do início, onde Jude canta ‘Girl’ e a cena do boliche onde cantam a música ‘I’ve Just Seen A Face’ como minhas preferidas. Se bem que eu prefiro todas as cenas do filme, se é que é possível.

 Jesus Christ Superstar

Lançado em 1973 e com uma versão dos anos 2000 igualmente competente, esse foi um musical polêmico. Realmente, é de se esperar muita crítica dos religiosos quando os últimos dias da vida de Jesus são retratados em um musical atemporal (a trama mostra metralhadoras e tanques em pleno Império Romano!) cantados em ópera rock. Mas se tivermos a mente aberta, perceberemos a obra como primorosa. A trilha sonora composta é espetacular (foi composta por Tim Rice, o mesmo que fez várias músicas para os filmes da Disney) e os cantores-atores a representam muito bem. Apesar da arrecadação modesta (13,200,000 dólares nas bilheterias), o filme ocupa esse espaço na lista por conta da ousadia e, principalmente, da qualidade.

 A Noviça Rebelde

Em 1965, após o sucesso de Mary Poppins, Julie Andrews atuou em um outro musical, que teve um sucesso maior ainda. Basta olhar a quantia de 286,214,286 dólares arrecadados nas bilheterias. A história de uma noviça que vai cuidar das crianças do capitão nazista Von Trapp, e todo o drama e romance q ue se desenrola é acompanhado de uma trilha sonora fantástica. As músicas ‘Do Re Mi’ e ‘My Favorite Things’ podem ser consideradas clássicas. Confesso que apesar de não ser da minha época, virei um fã do filme assim que o vi pela primeira vez.

Compartilhe esse post para seus amigos no FACEBOOK.

Curta a página do Me Dá Um Lá no FACEBOOK.

Os 10 álbuns póstumos mais conceituados

     Muitos artistas deixam um incrível legado quando partem dessa para melhor. E destes, ainda há os que não param de consolar os fãs com obras guardadas no fim da gaveta ou idealizações de discos que não conseguiram terminar. A ideia da lista é colocar os álbuns póstumos dos artistas mais conceituados e valorizados, usando as vendas e impacto que o álbuns causou como principais critérios.

Confrontation, 1983 (Bob Marley)

     Lançado dois anos após a morte de Bob Marley, esse álbum não foi de grande expressividade na carreira do reggaeiro, apesar de conter duas músicas muito valiosas para quem gosta de reggae (Buffalo Soldier e Trench Town). Também teve uma colocação tímida na lista dos 200 de Billboard (55º lugar), mas merece uma referência nesta lista como uma analogia de como o maior ídolo do reggae continuou semeado sua obra mesmo após de morto.

American V: A Hundred Highways, 2006 (Johnny Cash)

Morto em 2003, Johnny lançou muitos álbuns póstumos (talvez perdendo apenas para Jimmy Hendrix nessa lista), entre eles American V, a quinta obra da coleção dedicada a uma série de discos conceituais sobre seu país. Percebe-se mudanças principalmente em sua voz cansada e tom sombrio, mas a crítica gostou do álbum e ele provavelmente também gostaria do 1º lugar na Billboard 200 (88 mil cópias vendidas na primeira semana) e no Top Country Albuns.

Valleys Of Neptune, 2010 (Jimmy Hendrix)

Após sua morte em setembro de 1970, o fantasma de Jimmy pegou o vício de lançar discos póstumos. São nove discos de estúdio e dezoito cds ao vivo lançados após sua morte. É uma pena que Jimmy não viveu para desfrutar de tantos sucessos do rock psicodélico, mas seus fãs sim. Valleys of Neptune é uma compilação de grandes músicas que vendeu 95 mil exemplares em uma semana e por isso alcançou o 4º lugar na lista de Billboard 200 e 2º lugar na US Rock Albuns.

Brainwashed, 2002 (George Harrison)

Apesar da pífia colocação nas listas de mais vendidos (29º colocado na UK Albuns Chart), George mostrou nesse álbum que realmente não perdeu o jeito de compor, as vezes tão negligenciado por John e Paul na juventude. Any Road, homenageando sua paixão pela Fórmula 1, e a bela Pisces Fish são especiais nesse álbum e para os fãs, provavelmente ainda chocados pela morte do músico que ocorreu um ano antes do lançamento.

Genius Loves Company, 2004 (Ray Charles)

“Gênios amam companhia”. O nome do disco não poderia ser mais apropriado. Ray cantou com grandes nomes da música como Norah Jones, Elton John e B.B. King em todas as doze faixas desse disco de covers (talvez sua idade de 73 anos já dificultava composições próprias). E são regravações de grandes sucessos de rádio como Sorry Seems To Be The Hardest Word e Over The Rainbow. Lançado apenas dois meses após a morte do cantor, o disco fez bonito ao vender 3,2 milhões de cópias no ano e alcançar o 1º lugar na Billboard 200.

Made In Heaven, 1995 (Queen)

Queen foi uma das bandas de rock que mais marcaram, seja pelas composições preciosas, presença de palco ou legião de fãs entre as gerações. E todos vão concordar que após a morte de Freddie Mercury em 1991 por conta da AIDS, Queen nunca mais foi o Queen de sempre. Talvez por isso o sucesso estrondoso de Made in heaven, que foi último disco da banda a contar com a voz de Mercury (foram mais de 20 milhões de cópias vendidas e 1º lugar nas paradas de 9 países). O mais interessante é que foram usadas gravações antigas da voz do cantor e readaptadas. A música I Was Born To Love You, por exemplo, era do disco solo de Freddie, e recebeu um arranjo espetacular dos outros integrantes da banda, superando com estilo a gravação original. Apesar de toda essa empolgação com o disco, devemos ressaltar que artisticamente não está aos pés dos outros álbuns da banda.

Michael, 2010 (Michael Jackson)

O último álbum de estúdio do Rei do Pop criou muitas expectativas e parece que as supriram. 1º lugar nas paradas de seis países e 225 mil cópias vendidas só na primeira semana dão muito crédito à obra. Há composições perdidas de 1982 à 2009. Breaking News é uma das músicas inéditas lançadas no álbum. O álbum tem uma proposta contraditória de relembrar a obra de Michael (exemplificada pela capa retrospectiva do cd) e interagir com artistas mais novos como Akon, 50 Cent e Lenny Kravitz.

Lioness: Hidden Treasures, 2011 (Amy Winehouse)

Era inevitável: todos nós sabiamos que se Amy continuasse com a vida que levava isso viria a acontecer. E aconteceu. Amy nos deixou em julho de 2011 por overdose de álcool (sendo que, de alguma forma inexplicável, a mídia ainda consegui fazer mistério sobre a real causa da morte), e para acalorar ainda mais a muvuquenta notícia de sua morte, publicaram que lançariam um álbum póstumo ainda naquele ano. Com tanta expectativa causada, precisamos nos lembrar que Amy quase foi uma estrela, quase foi uma diva e quase foi um ícone. Sejamos francos: um artista que, com tanto potencial, em oito anos de carreira lança apenas dois álbuns e causa vergonha alheia em seus shows de tão bêbada não pode ser considerado um ícone. Mas mesmo assim Amy deu sua última tacada com Lioness, e parece que agradou o público (que o diga as 100 mil cópias vendidas em uma semana em um mundo que se recusa a comprar CDs), estando em 1º lugar na Billboard 200 mais oito países. Que ela descanse em paz como a calmaria que a capa do álbum inspira.

MTV Unplugged in New York, 1994 (Nirvana)

E qual não foi a surpresa ao ver Kurt tocando grunge com um violão? Após sete meses do suicídio do líder do Nirvana, a gravadora lançou em cd e dvd a gravação de 1993 da banda em Nova York. Como se um acústico com violão e violoncelo não bastasse, o cd enche o repertório de covers, todos muito bons, com destaque para The Man Who Sold The World, de David Bowie. Esse foi o disco póstumo da banda mais vendido, com 5 milhões de cópias vendidas em um ano e 1º lugar na Billboard 200. Apesar de haver alguns de seus sucessos como Come As You Are, esse não é um disco para conhecer a carreira da banda, mas para aproveitar esse outro lado da banda.

Pearl, 1971 (Janis Joplin)

Janis foi um ícone dos anos 70, e era o exemplo perfeito do modelo hippie. Woodstock, faixas na cabeça, óculos redondos e coloridos, drogas, sexo e rock n’roll era tudo o que se falava dela. E a voz acima de tudo. A voz de Janis era controversa, ao mesmo tempo que era rouca chegava a ser doce. Ao mesmo tempo que incomodava alguns, agraciava outros. Tenho certeza que são pouquíssimos os artistas que fazem uma boa canção apenas com a voz, sem nenhum acompanhamento instrumental. E destes pouquíssimos, Janis com certeza estaria no meio (vide a música Mercedes Benz). Pela vida que levava, não é nenhuma surpresa que ela tenha morrido de overdose, ainda cedo, aos 27 anos (também idade da morte de Amy Winehouse e Kurt Cobain, ambos integrantes desta lista). A grande surpresa é o que ela deixou ao morrer: uma obra preciosa como uma pérola, e ainda mais, a melhor obra de sua carreira. Seus maiores sucessos como Me and Bobby McGee, Cry Baby e Move Over estão neste cd. É uma obra-prima de blues rock com um instrumental incrível, composições incríveis e uma Janis Joplin incrível. Vendeu 100 mil cópias na primeira semana e alcançou o topo das paradas em oito países. Simplesmente nenhuma das músicas desse álbum é descartável.

Fonte: https://newspressrelease.wordpress.com/2011/12/20/os-discos-postumos-mais-vendidos/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:P%C3%A1gina_principal

Compartilhe esse post para seus amigos no FACEBOOK.

Curta a página do Me Dá Um Lá no FACEBOOK.