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Dicionário Musical

Um dia me dei conta de que aqui no blog uso muitos vocábulos que podem parecer estranhos e incompreensíveis para muita gente que não é tão apegada à música. Então me veio a ideia de fazer um pequeno dicionário com todos esses termos que é de relevância para melhor compreensão dos meus artigos ou de qualquer outro sobre música.

Eu mesmo, quando era um moleque ainda começando a me interessar por música, confundia muitos termos musicais. Achava que um álbum da Madonna eram fotos que a cantora vendia para os fãs, que balada era a típica música de boates e que quando uma banda assinava com um selo, ela deveria colocar selos de cartas em todos os CDs. Pode parecer absurdo, mas são confusões comuns. Se você também tem alguma dessas dúvidas, não deixe de conferir esse post!

E uma ressalva: os termos que me refiro são sobre a indústria e mercado musical, não sobre as partes técnicas e artística. Se a imagem estiver pequena para ler, basta clicar nelas para ver em um tamanho mais confortável. Se o leitor souber outros termos que deveriam ser incluídos, coloque nos comentários, é sempre muito bem vindo. Bom proveito!

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Termos no dicionário: Acústico, Álbum, Álbum Conceitual, Balada, Billboard, Concerto, Cover, Compacto simples/duplo, Cachê, Coletânea, Concerto, Dueto, Disco de ouro, disco de platina, disco de diamante, Discografia, Empresário, Ep Estéreo, FIIF, Feat, Gênero, Gravadora, Guitarra Rítmica, guitarra Melódica, Hit, Hot 100, Indie, Interpretação, Lado A, lado B, LP, Mashup, Mixagem, Mono, NME, One Hit Wonder, Paradas, Produtor, Regravação, Remix, Selo, Single, Sintetizador, Solo, Turnê, Top 200.

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Exposição com elementos de clipes famosos

Chega ao Brasil (São Paulo) em dezembro a exposição Spectacle – The Music Video, que surgiu nos EUA em março deste ano. A exposição integra o Music Video Festival, no Museu da Imagem e do Som, que vai de 12/12 a 27/01. A ideia é mostrar através de instalações, palestras e discussões a importância do videoclipe como formador de cultura e blablabla. Não me entenda mal, eu não desmereço o ‘blablabla’! Apenas não pretendo fazer deste post um espaço de discussões pseudo-intelectual, mas sim mostrar as curiosas e interessantes instalações que a o festival oferece. Honremos a proposta deles: mais imagens e menos palavras.

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A caixinha de leite é um personagem do clipe Coffee and TV da banda Blur. A réplica acima possui 1,5 metros.

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Instalação representa cena do clipe Wanderlust da islandesa Björk. A cena é encontrada ao 2:39 do vídeo:

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O hit Take On Me, do a-ha, também foi homenageado. Na trama, o vocalista é um personagem de quadrinho que se apaixona por uma garota real. Confira o vídeo:

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A banda de rock The White Stripes gravou um clipe reproduzido inteiramente com peças de lego, utilizando stop-motion. Uma das peças originais está exposta no festival, que ganhou também uma sala inteira em homenagem.

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Além dessa pequena amostra, a exposição tem muito mais material. Se estiver interessado, pesquise mais que vale a pena!

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Capas de álbuns famosos feito com meias

O quarto álbum da banda Red Hot Chili Peppers, ‘Blood Sugar Sex Magik’, teve hits como ‘Give It Away’ e ‘Under The Brigde’.

Um dos álbuns mais relevantes do rock, ‘The Dark Side Of The Moon’, do Pink Floyd, não escapou da brincadeira.

‘Is This It’ foi o primeiro álbum do The Strokes, banda que ajudou a formar o cenário do rock dos anos 2000.

‘X&Y’ foi o álbum mais vendido em 2005 e ajudou a banda Coldplay a se firmar na cultura pop, com obras como ‘Fix You’ e ‘The Hardest Part’.

O ícone de uma das bandas de rock mais importantes da história (Rolling Stones) também é considerado um dos símbolos do próprio rock.

A banda ‘The Who’, famosa por quebrar seus instrumentos nos shows, também contribuiu para o repertório do rock com músicas como ‘My Generation’ e ‘Behind Blue Eyes’.

O conhecido álbum da banda Pearl Jam teve um abacate de meias, na releitura deste fotógrafo.

Para ver mais fotos, clique aqui.

Ainda falando sobre plágio…

… resolvi apresentar aqui algumas capas de discos que se parecem muito. Algumas delas não são plágios, mas referência. Para saber mais sobre plágio e como identificá-los, clique aqui.

Earth, Wind & Fire – All ‘N All (1977)   Iron Maiden – Powerslave (1984)

   

Linkin Park – Minutes to Midnight (2007)   Sorriso Maroto – Sinais (2009)

     

50 Cent – 21 Question  (2003)                   Nas – Untitled (2008)

Everclear – So Much After Glow (1997)    R.E.M – Around the Sun (2004)

Caterina Valente – Sorry (1967)              LilyAllen – It’s Not Me, It’s You (2009)

Elvis Presley – Elvis Presley (1956)        The Clash – London Calling (1979)

The Beatles – Sgt. Pepper’s L. H. C. Band (1967)     Zé Ramalho – Nação Nordestina(2000)

E fuçando o blog Insoonia, achei mais essas capas:

OBS: Sobre o James Brown, não entendi se a cópia se refere à capa ou à aparência.

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Desenhos fantásticos e suas referências musicais

Não costumo reproduzir conteúdo bruto de outros sites aqui no blog, mas ultimamente tenho visto muitos desenhos fantásticos de artistas igualmente fantásticos, e resolvi compartilhar aqui.

A música Stairway to Heaven, do Led Zeppelin, descrita perfeitamente.

“Escreve sua própria música. Não a ouve”. Referência a Beethoven, que ficou surdo mas continuou compondo.

Sessão dos desenhos do talentosíssimo Felipe Nunes. Clique aqui para ver o post sobre ele.

Sua versão de Julian Casablanca (The Strokes) no clipe You Only Live Once


A cantora Édith Piaf, por Cristina Eiko

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Existe vida após a carreira?

Não tão recentemente (no final de março) saiu uma matéria no Domingo Espetacular mostrando um ilustre músico que hoje mora nas ruas. Renato Rocha, o Negrete, ex-baixista do Legião Urbana, hoje vive nas ruas do Rio de Janeiro ganhando meros 190 reais dos direitos autorais e sem nenhum contato com amigos e parentes. A reportagem está disponível ao final do post, mas não cabe a mim julgar especificamente aqui o que levou Negrete a essa condição ou se o mundo é ou não é injusto, acho que a própria reportagem e a cabecinha pensativa dos leitores tirarão a conclusão. O que quero tratar é até que ponto o sucesso repentino ou mesmo o sucesso mundial se torna um problema. A verdade é que o problema não é o sucesso em si, mas a falta de preparo do famoso. No caso do Renato Rocha, por exemplo, certamente não foi a falta de dinheiro ou de apoio que o colocou nas ruas. Como você verá na reportagem, o pai dele aconselhou muito a investir em imóveis e outras formas de investimento, mas Renato dizia que “dinheiro era para gastar”. Foi uma falta de preparo para o futuro que o prejudicou.


Acho que esse é o ponto: preparo para o futuro. A fama repentina dá uma impressão de falsa segurança, quando muitas vezes a banda não passa nem cinco anos em um relativo sucesso. Tanto que as bandas que agüentam mais de 15 anos de carreira são só as bandas históricas (U2, Rolling Stones…).

João Gilberto, o papa da bossa nova, o gênio que inventou a bossa nova, hoje mora sozinho em um pequeno apartamento e com a vida limitada. Como é possível?

E não é só a falta de administração da conta que traz tragédias para os artistas. Já parou pra imaginar quantos sofreram e ainda sofrem de depressão por estarem psicologicamente despreparados para o sucesso? Acredito que foi o caso de Kurt Cobain, que tomou a mais drástica das soluções e se matou com um tiro (imagens meramente ilustrativa, viu galera).


Outros tentam descarregar as tensões em festas, bebidas e drogas. Assim que Freddie Mercury e Amy Whinehouse adiantaram não só o fim da banda como da própria vida.


Outros músicos entendem que, apesar do impacto e da influência incalculável de suas obras na cultura, viver para sempre de música é uma decisão difícil, quando não inviável. Por isso Marky Ramone, o ex-baterista dos Ramones e um dos únicos integrantes vivos das primeiras formações da banda punk, criou uma empresa de rua de venda de almôndegas (mas ainda não deixa de tocar). Ramo tão diferente do artístico que chega a ser estranho vê-lo nessa condição.


Enfim, acredito que a questão de “haver vida após a carreira” é muito relativa. Se o artista achar que a música é a sua vida, fica realmente difícil carregar esse fardo. É preciso, como tudo na vida, ter planejamento para se sustentar (Paul McCartney poderia ter se aposentado há décadas, por exemplo). Mas se o artista só quer viver do presente, como se doasse a sua vida para a arte, certamente baterá a cara no muro. A situação do Renato Rocha é triste? Com certeza. Mas por melhor que sejam suas intenções, na vida nem tudo é poesia.

Reportagem sobre Renato Rocha, o Negrete, que hoje é sem-teto.

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No palco com Pato Fu

Uma das melhores bandas alternativas brasileiras. Sim, fizeram muito mais sucesso nos anos 90, mas ainda estão na ativa com projetos no mínimo interessante como a Música de Brinquedo, um álbum e tour de covers de grandes músicas tocadas em instrumentos de brinquedos (incluindo Live and Let Die de Paul McCartney e a incrível Bohemian Rhapsody, do Queen).