Archive | novembro 2012

Que música é essa? (Chico Buarque)

O objetivo é descobrir qual música da banda que cada imagem se refere. A imagem tem, implicitamente, o título da música. As respostas estão no final.

Para ver as respostas basta selecionar a área entre os parênteses:  (1. Construção; 2. Geni e o Zepelim; 3. Roda Viva; 4. O Malandro; 5. Tatuagem; 6. Feijoada Completa; 7. Um Pedaço de Mim ; 8. Noite dos Mascarados; 9. A Banda ; 10. Cálice)

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Sinestesia: o dom de misturar os sentidos

Qual a cor dos números? Qual o gosto de um som grave? Essas perguntas podem causar estranheza na maioria das pessoas, mas a resposta está na ponta da língua de poucas: os sinestetas. Se você não cabulou muitas aulas de português deve ser lembrar que ‘sinestesia’ é uma figura de linguagem para mistura de sentidos. Ao falarmos do ‘som doce do violão’ estamos usando a sinestesia, pois o som em si não tem gosto. Apenas enganamos nosso cérebro entendendo um som doce à um som suave.

Na ciência, porém, sinestesia é um distúrbio neurológico que faz o portador confundir literalmente os 5 sentidos. Os portadores, estimados como 1 em cada 300 pessoas, associam grafias (como letras) a gostos, sons a cores e gostos a sensações táteis. Colocando em exemplos práticos, uma mulher dizia sentir frio ao tomar vinho, um homem sempre associava cores a letras e uma moça via a chuva como gotas coloridas. Obviamente, as sensações variam entre os portadores, mas a condição acaba propiciando um potencial acima da média de memorização e de criatividade. A capacidade de associar os 5 sentidos ajudam bastante nessas habilidades, e por isso muitos sinestetas acabam se destacando em suas áreas de atuação. Vamos conhecer alguns:

Elizabeth Sulston

A mulher suíça de 27 anos é estimulada principalmente pela audição. Segundo os médicos, ela associa principalmente a audição ao paladar. “Quando Elizabeth ouve uma determinada peça musical, ela automaticamente experimenta um sabor na língua”, explica a especialista Michaela Esslen. Elizabeth é estudante musical na Universidade de Zurique, e suas habilidades deram a ela o não-ortodoxo emprego de afinador humano: ela consegue perceber minuciosamente a afinação dos instrumentos da orquestra graças a sua sinestesia. Uma das desvantagens, segundo ela, é se sentir só por não ter alguém para compartilhar as experiências.

Eddie Van Halen

O guitarrista holandês é considerado um dos melhores do mundo. Precisamente o 8º melhor de todos os tempos, segundo a revista Rolling Stones. Quando se mudou para os EUA, Eddie fundou a banda Van Halen, onde começou a tocar bateria, assumindo depois a guitarra. Seu progresso no instrumento foi impressionante, tendo grande ajuda de sua habilidade de ‘ver cores nas notas’. Eddie colaborou com muitos músicos famosos, tendo inclusive composto o riff de guitarra para a música ‘Beat It’ do Michael Jackson.

Duke Ellington

Um dos mais influentes compositores de Jazz da primeira metade do século XX, o artista apelidado de The Duke tinha grande sucesso em liderar orquestras. Sucesso garantido pelo óbvio talento mas, também, pelo dom de misturar sons e cores, dando-lhe um amplo vocabulário musical. “Eu ouço uma nota tocada por um dos companheiros da banda e é uma cor. Ouço a mesma nota tocada por outra pessoa e é uma cor diferente. Se Harry Carney está tocando, ‘ré’ é escuro serapilheira azuis. Se Johnny Hodges estiver tocando, ‘sol’ torna-se de cetim azul claro”, afirmou o músico sobre sua facilidade de orquestrar.

Richard Feynman

O físico americano tinha grande facilidade com números e ciências desde criança. Ganhador de um Nobel, o professor introduziu importantes conceitos científicos como a nanotecnologia, e chegou a viajar para o Brasil, onde fez um discurso criticando os métodos mnemônicos. Ele, porém, fazia uso involuntário destes métodos, pois sofria de sinestesia. “Quando escrevo uma equação na lousa vejo os números e as letras de cor diferente. E me pergunto: que diabos meus alunos vêem?”, se perguntava.

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Tirinhas do mês II

Em meio a tantos memes, ficou muito fácil dar uma de desenhista. Existem, porém, os desenhistas de verdade, que fazem um ótimo trabalho e disponibilizam na internet. Esta é mais uma coletânea de tirinhas bem feitas sobre música.

Anesia_Namorado-DJ

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Teoria do co-autor – Me Dá Um Lá TV

Fã chato é chato, não importa se do Restart ou do Rolling Stones. Mas por que que eles são assim? Bom, aí está a minha divagação sobre o tema, baseado na teoria do co-autor da Revista Zé Pereira. 

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Aquela vozinha fina

Existem coisas nesse mundo que uma linha tênue separa o bem feito do tosco. Uma delas é o falsete, uma técnica de canto usada e abusada no universo musical. O falsete, por definição, é um som controlado que o cantor usa como acabamento vocal, para deixar a música mais bonita e elaborada. Ou seja, é um som mais agudo que a voz normal (não natural, falso, por isso ‘falsete’), vulgarmente conhecido como “aquela voz fininha”. Essa é a aplicação prática ideal do falsete, mas eu digo que é abusada porque nós, cantores de banheiro, sempre o usamos quando não alcançamos certa nota na música. É exatamente esse o porquê da afirmação na primeira frase do texto: qualquer um sabe fazer falsete. Mas poucos fazem do jeito certo.

 

Vale lembrar que o falsete é apenas uma das técnicas vocais, e pode ser confundido com outras como a ‘voz de cabeça’. Para os mais interessados, clique aqui e veja um vídeo do ótimo Márcio Markkx explicado.

Aproveito para desiludir o leitor que acha que o post é um tutorial de como fazer falsete ou algo do gênero. Longe disso, e já tendo devidamente explicado – de leigo para leigo – o que é um falsete, aproveito para mostrar as músicas onde isso funciona muito bem e os mais legítimos falsetes (perdão pelo trocadilho irônico).

Aos 1:22 minutos que Jónsi começa a cantar. Exemplo claro de falsete aos 3:34 minutos.

Começando com um dos cantores que usa mais o falsete que a própria voz normal: o islandês Jónsi. O rapaz que adorava heavy metal na adolescência tomou um rumo bem diferente na carreira musical, o post rock, que não tem nada de agitado. Talvez por isso mesmo usar falsete funcionou tanto. As músicas de sua banda Sigur Rós são tão relaxantes que chegam a hipnotizar os apreciadores, e a voz de Jónsi, garanto, tem esse mérito.

Aos 0:16 Irwin começa a cantar. Exemplo claro de falsete aos 1:57 minutos.

Irwin Sparkes (sósia do Ben Stiller!), vocalista da banda indie rock The Hoosiers, é outro que mostra o poder do falsete. Sua voz já é muito aguda, mas mesmo assim ele solta uns falsetes bem colocados como nesse exemplo acima (Worried About Ray), que fica muito claro no refrão. Clique aqui para ver outra música com exemplos bem mais claros de falsete. A banda fez bastante sucesso no primeiro álbum (The Trick to Life), e andou sumida recentemente, apesar do trabalho continuar com qualidade – um dos grandes problemas das bandas indies.

Aos 0:18 Vernon começa a cantar. Exemplo claro de falsete aos 1:00 minutos.

Em 2008 a banda folk Bon Iver lançou o primeiro disco e conquistou muitos fãs pela qualidade da música. Todas compostas e cantadas por Justin Vernon, têm uma característica bem marcante: adivinha só… o falsete! Justin tem uma voz bastante grave (clique aqui para ver), e consegue cantar todas as músicas em um incrível falsete. O timbre da voz conduzido pelo violão é o que dá um clima especial nas suas músicas. Bon Iver é a banda perfeita para calar a boca dos saudosistas de plantão que dizem que não se faz música como antigamente.

Aos 0:19 a dupla começa a cantar. Exemplo claro de falsete aos 3:34 minutos.

Representando nosso Brasil, não posso de deixar de citar Chitãozinho & Xororó! Esse sim é o sertanejo bom, de raiz, que dá orgulho e prazer de ouvir. Não, não tenho a mínima vergonha em dizer que gosto da dupla. Nessa interpretação da música paraguaia “Galopeira” fica bem evidente a potência vocal de Xororó. A voz inesquecível do sertanejo já levou muitas músicas à boca do povo, antes do gênero ser… bem, desmoralizado.

O metal e seus milhões de sub-gêneros também usam bastante essa técnica e várias outras. Alguns cantores, como o consagrado André Matos (ex-Angra), até inventam suas próprias técnicas vocais! Mas parece haver um injusto repúdio contra o falsete nesse gênero. Vários vocalistas precisam chorar nas declarações dizendo que não usam esta técnica vocal, como se fosse sinônimo de amadorismo. Bem, como eu expliquei, não é assim que funciona. O vídeo que coloquei, do Massacration (banda-palhaço pós-Mamonas Assassinas), ta aí pra representar os falsetes do metal como um todo.

Eu sei que ainda tem muitos artistas com ótima voz que merecem lugar nesse post, como Michael Jackson, Freddie Mercury, Prince… por isso, se você gostou do post, peço para colaborar nos comentários com artistas que mereciam ser mencionado.

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As 10 músicas mais polêmicas

Mais que mamilos. Sim. E já reforço que listas sempre são coisas muito subjetivas, ou seja, a ordem e itens que eu escolhi nessa pode ser totalmente diferente pra você. Mas relevem, eu pesquisei mais pra tentar fugir das listinhas controlvezadas (Ctrl + v, pra quem não entendeu) que estão aos montes na internet, apesar de algumas músicas serem indissociáveis.

 Pega Ladrão – Gabriel o Pensador

Uma corrente de emails lançada em 2009 indignava os internautas: a música ‘Pega Ladrão’ do rapper Gabriel o Pensador havia sido censurada! Supostamente, os versos de ‘pega ladrão no Governo! pega ladrão no Congresso’ teria magoado os poderosos, que censuraram a música do álbum ‘Seja Você Mesmo’ (2001). Revoltas, escritores de blogs furiosos, e muitos, muitos desinformados reclamaram da “volta da ditadura”. Sim, desinformados porque tudo não passava de uma farsa! A música Pega Ladrão saiu normalmente no CD e, por alguma razão, resolveram declamar oito anos depois que a música fora censurada.

Na verdade, Gabriel até já teve uma música realmente censurada (Tô Feliz [Matei O Presidente]), mas não foi o caso de ‘Pega Ladrão’. A polêmica, portanto, é na verdade uma anti-polêmica, inocentes colocados na fogueira. Os mais imaginativos ainda se perguntaram: seria um golpe de marketing do Pensador? Seria uma tentativa de desmoralizar revoltados? Provavelmente foi só um farsante com tempo de sobra mesmo.

 One in a Million – Guns N’Roses

No segundo álbum da banda Guns N’ Roses, Alx Rose mostrou ao mundo sua primeira composição própria de forma bem barulhenta. Não só no sentido estético da música, mas também com controvérsias (do jeito que roqueiro gosta). O cantor escreveu, de modo bem xenófobo e preconceituoso, que “imigrantes e bixas não fazem sentido pra mim“, e que estes chegam aos EUA fazendo o que querem, disseminando doenças e “estrangando” o país, resumidamente. A verdade é que a polêmica da música está apenas em uma estrofe, e os companheiros da banda tentaram de tudo para que Alx mudasse a letra, mas ele teimou em manter. Típico.

 Maggie’s Farm – Bob Dylan

Referências à drogas, satanismo, matança ou outras coisas macabras? Nada disso. A polêmica da música ‘Maggie’s Farm‘ é um rompimento de movimento. Bob Dylan é conhecido por ter revivido o folk nos EUA e, por tabela, no mundo. Desde os anos 60, Dylan empunhava seu violão e sua gaita e logo conquistou o público. Ele era o rosto do movimento folk de protesto, que trazia uma visão crítica sobre assuntos da atualidade.

Porém, no fatídico dia 25 de julho de 1965, no Festival de Folk de Newport, Dylan começou seu repertório com ‘Maggie’s Farm‘, tocando uma… guitarra! Muitos fãs protestaram e se indignaram como que o “mestre” Dylan trocou o genuíno violão do folk pela guitarra do rock. É como se um padre entrasse na igreja vestido de rabino. A partir daí, Dylan mudou o foco de sua carreira para o rock e o eletric blues, mas conseguindo manter o padrão de qualidade que conquistou o mundo.

 Sociedade Alternativa – Raul Seixas

O Brasil atravessou o anos 70 com relativa felicidade. Era o momento do ‘milagre econômico’, desenvolvimento, tricampeão mundial… Mas não era felicidade para todo mundo. Era tempo de militar, tempo de ditadura, e muitos artistas que prezavam pelas liberdades individuais protestavam em suas obras. Um dos mais ativos foi o Raulzito, que chegou a criar com Paulo Coelho uma filosofia de vida de total liberdade. Era a Sociedade Alternativa, que foi tema de muitas músicas, tendo como auge a homônima. “Faça o que quiser” e “viva a Sociedade Alternativa” eram lemas comuns.

Baseado no bruxo inglês Aleister Crowley, Raul chegou a ser torturado e exilado para os EUA, afinal, na época mais rígida da ditadura qualquer desejo de liberdade era reprimido pelos fardados.

 God Save The Queen – Sex Pistols

Como toda banda punk que se preze, a Sex Pistols fazia músicas com letras de protestos e desabafos, muitas vezes com duvidosa sinceridade. Na música ‘God Save The Queen‘ (também nome do hino britânico), porém, foram um pouco além do usual. Foi lançada em 1977, ano de comemoração de 25 anos de trono da Rainha Elizabeth II no Reino Unido. O título amigável, porém, é uma terrível ironia: a letra chama a monarquia de ‘fascista’, diz que a rainha não é humana e pontua que os britânicos não têm futuro.

A canção foi um sucesso, atingindo o 1º lugar na lista da NME nos EUA, mas algumas redes inglesas, como a BBC (que é estatal), se recusaram a tocar a música. Mesmo com tanta aversão do governo, a banda tentou tocar a música ao vivo em frente ao Palácio de Westminster. O desfecho foi confusão na platéia e a prisão de onze pessoas.

 Lucy in the Sky with Diamonds – The Beatles

Um pai estava em casa quando o filho lhe entrega, à espera de aprovação, um desenho bastante colorido de sua coleguinha de escola chamada Lucy. “O que é isso?”, pergunta o pai. “Lucy no céu com diamantes”, responde o filho. Essa cena acabaria por aí se fosse em uma família comum. Mas o pai era John Lennon, líder da banda mais famosa do mundo prestes a lançar um de seus discos mais famosos.

Inspirado pela cena, Lennon compõe uma música chamada ‘Lucy in the Sky with Diamonds‘. A música integrou o filme ‘Yellow Submarine’ e recebeu um clipe psicodélico, com alusões a alucinações. Juntando os pontos, muitas pessoas alegaram que a música, na verdade, era um incentivo à droga LSD. A abreviação do título, os efeitos do clipe e a letra demonstravam claramente (ou não?), segundo eles, que a banda usava a droga e queria que outros a usassem.

Com tantos protestos, muitas rádios boicotaram a música. Lennon negou veemente as acusações, enquanto Paul McCartney confirmou anos depois, que era sim sobre LSD.

 The Number of the Beast – Iron Maiden

No começo dos anos 80, a banda metal Iron Maiden havia mudado de vocalista, e acabou apresentando Bruce Dickinson de forma avassaladora. Lançaram o terceiro disco com uma temática mais pesada que os anteriores, tendo referências explícitas ao Coisa Ruim. Obviamente, os religiosos acusaram a banda de satanismo, principalmente depois do hit ‘The Number of The Beast‘. Ironicamente, porém, o compositor Steve Harris disse que não tinha nada a ver com satanismo, e que a temática da música é apenas sobre um pesadelo que ele teve.

 Na Boquinha da Garrafa – É o Tchan

Nos anos 90 a banda-palhaço Mamonas Assassinas havia sofrido um trágico acidente de avião sem sobreviventes. Com o povo em choque, o mercado sentiu a necessidade de outro grupo que suprisse o humor brasileiro com letras de duplo sentido e carisma. O resultado foi a ascensão dos pagodeiros do É o Tchan. Mas pra eles não bastavam cantar músicas com duplo sentido, tinham que popularizar coreografias e mulheres com pouca roupa, que se espalharam como uma doença. A polêmica se dá na falta de limites dessa ‘popularidade’: crianças dançavam e cantavam músicas como ‘Na Boquinha da Garrafa’ sem pudor algum e, muitas vezes, ao vivo na TV! É a questão da erotização infantil que mais polemizou, pois as crianças não entendiam nada da letra e faziam graça cantando e dançando sobre ‘descer e subir na boquinha da garrafa’.

 Suicide Solution – Ozzy Osbourne

Em 1986 um adolescente deprimido disparou uma arma contra sua cabeça enquanto ouvia a música “Suicide Solution” de Ozzy Ousbourne, de seis anos atrás. Os pais culparam o músico, que a princípio recebeu duras críticas por escrever incentivando o suicídio. Para os acusadores, a música, que já no título diz que o suicídio é a solução, contém várias passagens que levariam o jovem à ruína. “Suicídio é a única saída”, “descanse sua cabeça” e “suicídio é mais lento com álcool” são algumas delas.

Ozzy foi chamado à Corte para se pronunciar e desmentiu tudo: “Suicide Solution” estava no sentido de ‘solução’ como substância, e não como modo de resolver problemas. A música, na verdade, era sobre seus problemas com ácool. Ou seja, de certa forma é um suicídio lento e doloroso, mas de forma alguma uma ordem para adolescentes depressivos se matarem.

 Lemon Incest – Serge Gainsbourg

A cantora e atriz Charlotte Gainsbourg lançou seu primeiro álbum em 1986, aos 15 anos. O álbum foi feito em parceria com seu pai, com a temática principal de declaração de amor. Poderia ser uma iniciativa muito bonita se não fosse um amor bem mais suspeito e doentio. Para se ter uma ideia, uma das canções mais famosas se chama ‘Lemon Incest‘ (incesto de limão, em tradução livre)  e o clipe da música mostra pai e filha deitados na cama.

Nem preciso dizer o rebuliço que causou, afinal, ninguém aceita uma música que parece romantizar a pedofilia e o incesto, onde o pai chama a filha de ‘criança deliciosa’ com pouca roupa em uma cama. Ambos sempre declararam que a inteção do clipe e da música é, realmente, causar polêmica.

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