Archive | outubro 2012

Me Dá Um Lá NEWS – Arranjo de Beethoven perdido, Bieber processado e mais

 

Neste novo quadro do Me Dá Um Lá TV, pretendo mostrar de forma rápida e descontraída algumas notícias da semana sobre música. Em formato de plantão de notícias, o Me Dá Um LÁ NEWS ainda é só um teste, se vocês gostarem eu faço mais XD.

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Tirinhas do mês

Em meio a tantos memes, ficou muito fácil dar uma de desenhista. Existem, porém, os desenhistas de verdade, que fazem um ótimo trabalho e disponibilizam na internet. A ideia desse novo quadro “Tirinhas do mês”, então, é achar as comics e  cartuns desses artistas que falam sobre música.
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Banda-Beijo
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vivaintensamente-beatles
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NIVEL-DO-VOCABULARIO
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Seriado de TV terá nome de hit do Nirvana

A rede de TV americana CBS está investindo em um sitcom chamado ‘Smells Like Teen Spirit’, que originalmente é o nome de uma das mais clássicas músicas do Nirvana – se é que já dá pra chamar uma obra de 20 atrás de clássico. O roteirista Dave Goetsch, que também está por trás de ‘The Big Bang Theory’, está trabalhando no roteiro, que trata de um adolescente que, ao invés de investir em sua vida de estudante na Universidade de Harvard, resolve gerenciar uma compania de internet de sua garagem com a ajuda da irmã, do amigo e dos pais roqueiros. Não foi dito se o nome do seriado foi concedido por Courtney Love, viúva de Kurt Cobain e detentora dos direitos das músicas.

Montagem ridiculamente tosca de como seria a arte do seriado, fundindo os integrantes da banda com o poster do sitcom americano Seinfeld.

A trama tem claras referências à música da banda grunge, como o estilo de vida dos pais, a ambição do protagonista e até o fato de ser ambientado em uma garagem – palco inicial dos jovens roqueiros dos anos 90.

Não dá pra negar que a sinopse deste sitcom é diferente e interessante, algo difícil para um gênero já a ponto de saturação. Qualidade e sucesso comercial, aliás, são absolutamente palpáveis, pois a CBS produz dois dos mais vistos sitcoms da TV americana: The Big Bang Theory e How I Met Your Mother.

Videoclipe da música ‘Smells Like Teen Spirit’

Fonte: Nme.com

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Um pouquinho sobre piano – Me Dá Um Lá TV

Quem não gosta de piano? Está aí um vídeo falando brevemente sobre a história do instrumento, o porquê de ser tão popular e quais os grandes pianistas. Segundo vídeo do quadro “um pouquinho sobre”.

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Detetive Cultural encontra os locais em que os álbuns mais famosos foram fotografados

Já citei em posts passados a importância e referências a um dos ícones musicais mais conhecidos: capas de álbuns (clique aqui para ver as ‘capas de álbuns reproduzidas com meias’ ou as ‘capas de álbuns plagiadas’ como exemplo). As capas dos discos são importantes por muitos motivos, entre eles a identidade da banda, que procura tornar comum e passar ao ouvinte suas propostas. É o exemplo de bandas mais experimentalistas e introspectivas que fazem um trabalho de capa sofisticado e subjetivo, ou as bandas sertanejas comerciais que estampam na capa apenas a foto da dupla e o nome em letras garrafais. A capa, às vezes, transcende o significado proposto e se torna um símbolo de um gênero ou uma geração. É o caso de ‘With The Beatles’, que caracteriza os anos 60 e foi usado e abusado por bandas inspiradas do Fab Four, com o Raul Seixas.

Quarto álbum do Billy Joel, Turnstiles, que tem três músicas em homenagem a NY.

Apesar dessas análises serem mais claras, poucas pessoas se perguntam como é a história por trás das capas. Quem tirou a foto? Onde tirou? Por que escolheram esse lugar? Poucas, mas não nenhuma! Bob Egan é um americano que, após trabalhar como corretor de imóveis, dedica suas noites e fins de semana para responder essas perguntas. Chamado de ‘detetive cultural’, Bob criou o site PopSpotNYC para divulgar pro mundo todo suas descobertas dos álbuns mais famosos. No site, sem tradução, ele faz descrição detalhada dos locais das fotos, tira fotos de outros ângulos, divaga o porquê de terem escolhido assim e, finalmente, triunfa com a comparação da capa do disco com a foto do lugar original. Bob disse à BBC Brasil que começa suas buscas na internet: “Vejo se algo já foi escrito sobre aquele local. Caso contrário, procuro o fotógrafo pelo nome e vejo se ele tirou outras fotos ali no mesmo dia, que deem mais pistas”.

Bob começou as suas buscas somente em Nova Yorque mesmo, mas com o ascendente sucesso do site passou a receber colaborações de outros países. Vou colocar aqui algumas das fotos sobrepostas, mas vale a pena conferir o site também.

Highway 61 Revisited é um dos mais conceituados de Bob Dylan. A única pista que Bob tinha era

que a foto tinha sido tirada em frente à casa do empresário de Dylan.

Dressed to Kill é o terceiro álbum da banda Kiss.

‘Morning Glory?’, para muitos, é o auge do britpop. O álbum contém muitos dos sucessos do Oasis, como Wonderwall.

Animals é mais um álbum conceitual dos britânicos Pink Floyd. É uma crítica às condições sociais dos anos 70.

O terceiro álbum dos Ramones, Rocket to Russia, é uma das capas mais conhecidas do Punk Rock.

Wednesday Morning, 3AM foi o álbum de estrei de Simon & Garfunkel, dupla de folk que se destacou no mundo inteiro.

Capa do filme e do disco The Kids Are Alright, da banda The Who, que propagou a mania de quebrar instrumentos no palco.

Fonte: BBC Brasil e OpenCulture

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Mirage Rock – Por Trás do Álbum

Análise crítica de Mirage Rock, do Band of Horses.

NOTA DO ÁLBUM:

MÚSICA FAVORITA DO ÁLBUM: Everything’s Gonna Be Undone

Preview do álbum no final do post.

2012 foi um ano de muitos lançamentos de álbuns, principalmente de bandas alternativas, como The Killers, Mumford & Sons, Muse, entre outros nomes. A grande maioria, porém, só conseguiu produzir mais do mesmo. Obviamente, se o “mesmo” tem qualidade, o “mais” também tem. O caso de Mumford & Sons ilustra bem isso, pois o próprio Ben Lovett, tecladista do grupo, havia afirmado que repetiriam em Babel (2012) a fórmula de Sigh No More (2009). Por outro lado, temos casos de bandas que lançaram material novo com algo novo mas ainda assim mantendo a identidade. Band of Horses, de indie rock, foi uma delas, ao lançar Mirage Rock (2012).

De antemão já aviso que não ouvi o álbum muitas vezes. Duas, no máximo três. Não gosto de fazer análises quando já carrego uma bagagem emocional decorrente de um contato mais constante. Por exemplo, sou muito suspeito para fazer uma análise crítica de Abbey Road, disco da minha banda declaradamente favorita. Sem ouvir muito, porém, corro o risco de ser injusto, como aconteceu com minha análise de Ventura do Los Hermanos – acho que esse disco incrível merecia uma nota maior que a que eu dei. Mas é um risco necessário, então vamos ao ponto.

Dos três álbuns lançados anteriormente, Ben Bridwell e companhia deixaram bem claro a proposta sonora: rock alternativo com muita influência folk e country, riffs de guitarra suave, piano e um dueto com timbres inconfundível. A cada álbum a banda ressaltava alguma de suas características, como o maior peso de sintetisadores e influência country no Infinitive Arms (2010), mas estava longe de ser inovação. “Qual foi, então, a grande mudança?”, o leitor deve se perguntar. Primeiramente, não é uma grande mudança, mas a introdução de elementos que preparam terreno para tal. Quem ouve o álbum com mais atenção percebe que as guitarras estão mais pesadas, com mais distorção. Na maioria das vezes, continua presente principalmente em riffs – agora levemente mais pesados. O maior sinal de guitarras egoístas é na música Dumpster World, que tem um refrão essencialmente roqueiro, sem falar no coro, esse sim, inovador nas suas músicas. Ou a batida mais indie de A Little Biblical.

Não me entendam mal, o disco continua tão “bandofhorso” quanto os outros. Desde a capa descontextualizada – como nos outros discos, a banda usa uma paisagem naturalista qualquer com a logo da banda no meio e ocupando muito espaço – à disposição das músicas. Músicas agitadas e calmas (destaque para Everithing’s Gonna Be Undone) representam bem a tradição dos álbuns. A faixa de abertura Knock Kock, lançada também como single, é a possível música mais famosa do trabalho. Agradável e previsível como os outros hits da banda. Eletric Music traz uma levada com muita influência do rock clássico, ainda mais pelo solo de guitarra. Talvez a música mais alheia ao álbum seja Heartbreak on the 101, que parece uma mistura de Lou Reed com Mumford & Sons. Inclusive, o timbre em baixo do vocalista é quase irreconhecível. Mesmo assim, se torna particularmente bonita e uma ótima faixa de encerramento. Esse é Mirage Rock. Um disco muito bom, e acredito que veio pra preparar terreno para uma provável fase mais rock da banda.

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Vaza nova música da Adele

Fazem umas duas semanas que volta e meia aparecem no youtube supostas músicas que seriam o tema do novo filme do 007, Operação Skyfall, que será lançado ainda neste ano. A canção Skyfall, interpretada por Adele, finalmente deu as caras e confirmou mais uma vez a competência da cantora britânica.

Com um tom ainda mais sombrio que o de costume, Adele transmitiu o drama e o mistério do 23º filme da franquia 007 e o 3º interpretado por Daniel Craig, segundo o jornal inglês ‘The Guardian’. Realmente, é bem perceptível a melancolia da música, que ainda não foi disponibilizada na íntegra.

É incrível como coisas essencialmente distintas, como a romântica e dramática Adele e o frio e objetivo James Bond, podem dar certo quando bem trabalhados.

 

PS: o link antigo que eu tinha colocado foi removido pelo usuário e só fui perceber agora! Perdão aos que visitaram o blog e não encontraram nada. O novo vídeo atualizado é bem mais recente, e não é mais apenas um preview como antes.